sexta-feira, 27 de junho de 2014
terça-feira, 3 de junho de 2014
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
PROJETO "CAVALO DE LATA" SUBSTITUI ANIMAIS DE CATADORES POR VEÍCULO ELÉTRICO
19 de Novembro de 2013 • Atualizado às 11h00
ideia do proSensibilizado com as condições precárias enfrentadas pelos catadores de materiais recicláveis e por animais, que são frequentemente utilizados para transportar pesos excessivos por longos períodos sem descanso, Jason Duani Vargas, engenheiro de produção, desenvolveu o Projeto Cavalo de Lata, um veículo elétrico urbano para coleta seletiva, capaz de carregar até 500 kg.
Criado no final do ano de 2012, o protótipo foi montando a partir de peças de motos e bicicletas sobressalentes nas oficinas mecânicas das proximidades (o que facilita sua manutenção), é ligado a um kit de seis baterias, pode ser recarregado em rede elétrica caseira e tem capacidade para circular por 60 quilômetros numa velocidade aproximada de 25 km/h.
O automóvel movido por eletricidade não emite poluição e consome de dois a seis centavos por quilômetro rodado. Além disso, ainda conta com cintos de segurança, lâmpadas de LED, freios a disco, sinalizadores laterais e faixas reflexivas, seguindo as medidas determinadas pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).
No entanto, apesar de beneficiar a saúde dos profissionais que atuam na coleta de reutilizáveis e reduzir o número de bichos que sofrem por maus-tratos, o veículo precisa de apoio para ser produzido e, finalmente, implantado no cotidiano das cooperativas de catadores de lixo. Por isso, o projeto foi colocado na plataforma de financiamento Catarse, com doações a partir de 10 reais. “Se não alcançarmos a meta, os valores serão devolvidos”, afirma o criador do Cavalo de Lata. Veja aqui como apoiar por meio do Catarse ou acompanhar as novidades através da Fanpage.
domingo, 20 de outubro de 2013
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
Oslo converte lixo importado em energia
Esqueça o carvão, o petróleo ou o gás de xisto. Na Noruega, pelo menos, é o lixo residencial que está ganhando espaço como fonte de energia.
No interior da usina de Klemetsrud, a sudeste de Oslo, dezenas de milhares de toneladas de lixo são empilhadas todos os dias formando grandes muralhas......
Leia mais no link:
Link => http://www.bbc.co.uk/portuguese/videos_e_fotos/2013/09/130924_noruega_lixo_energia_lgb.shtml
Obrigada por sua atenção e aguardo breve contato.
Abraços fraternais.
Denise de Mattos Gaudard
Docente – SENAC RJ
Consultoria Socioambiental – Logistica Empresarial e Reversa
denisedemattos@gmail.com
Skpe:denisedemattos
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
terça-feira, 9 de julho de 2013
MDL COMEMORA SETE MIL PROJETOS REGISTRADOS
O Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), ferramenta do Protocolo de Quioto que visa cortar custos para que países desenvolvidos atinjam suas metas de corte de emissões de gases do efeito estufa através de projetos em nações em desenvolvimento, passou mais um marco em seu conturbado ciclo de vida.
A província de Cebu, nas Filipinas, é anfitriã do projeto número sete mil, que capturará e destruirá o metano gerado em duas fazendas de suínos e frangos, reduzindo a emissão de cerca de 48 mil toneladas de dióxido de carbono ao ano – o equivalente à remoção de dez mil automóveis das estradas.
Entre os benefícios adicionais do projeto estão a redução da poluição do ar e dos odores, consequentemente diminuindo a propensão a doenças transmitidas por mosquitos, como a dengue, e o aumento das oportunidades de trabalho para a comunidade local.
"Apesar das condições desfavoráveis do mercado, o MDL continua a oferecer um mecanismo para reduções reais nas emissões e para o desenvolvimento sustentável daqueles que desejam usá-lo", comentou Peer Stiansen, presidente do Comitê Executivo do MDL.
"O comitê continuará seus esforços para tornar o MDL a melhor ferramenta que pode ser para cortar as emissões e incentivar o desenvolvimento, mas as partes têm que cumprir o seu papel e estabelecer metas de redução ambiciosas para estimular a ação climática e esse tipo de projetos", concluiu.
Atualmente, o valor dos créditos gerados por projetos sob o MDL, as Reduções Certificadas de Emissão (RCEs), caiu 90% em relação ao nível registrado há um ano. Cotadas em torno de € 0,50/tonelada de dióxido de carbono equivalente (tCO2e), essas unidades não estão mais sendo suficientes para cobrir os custos de desenvolvimento dos projetos.
Assim, a demanda pelo registro sob o MDL despencou junto com os preços, motivada também pela proibição do uso de muitos tipos de créditos sob o maior mercado mundial de carbono, o esquema europeu de comércio de emissões.
Segundo a base de dados do UNEP RISOE CENTRE, apenas 15 projetos (dois brasileiros) foram submetidos a aprovação do MDL em junho, o que tem se mostrado a média mensal de 2013. Noventa e três projetos foram registrados no mês passado.
"O MDL continuará, sem duvida, apesar dos atuais desafios", notou Stiansen. "Resta saber o que as partes farão para suportar o mecanismo que criaram, e para garantir que continue a prosperar e melhorar".
Uma das soluções temporárias sendo cogitadas para dar suporte ao MDL, enquanto não se viabilizam novas fontes de demanda para as RCES, é a criação de um fundo focado na compra de créditos existentes e de novos de projetos. Um novo estudo, financiado pelo secretariado de Mudanças Climáticas da ONU, estima que seria necessário entre € 2,5 e € 3 bilhões para alcançar um impacto significativo sobre o equilíbrio da oferta e demanda, influenciando a crise atual que paira sobre esse mercado.
O MDL contém projetos registrados em 88 países em desenvolvimento. Ao longo dos últimos 20 anos, já direcionou mais de US$ 215 bilhões em investimentos, emitiu créditos equivalentes a 1,3 bilhão de tCO2e e adicionou mais de 110 gigawatts em energias renováveis à rede elétrica.
(*) Fernanda B. Müller, do Instituto CarbonoBrasil



